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EDUCAÇÃO DE VERDADE É PARA TODO MUNDO!  CARLOS JÚLIO

Quando tratamos de educação executiva, há quem imagine um trabalho realizado somente com os cabeças das organizações. E há quem considere que isso basta no processo de desenvolvimento dos negócios.

Sim, é importante atualizar o conhecimento das lideranças, mas é preciso que esse saber seja difundido por toda a corporação, de acordo com a necessidade de cada núcleo produtivo.

Em meu livro Reinventando Você trato especificamente desta questão. Digo que a missão das universidades corporativas e dos programas de educação profissional começa muitas vezes na instrução básica, na alfabetização dos colaboradores mais humildes.

É o que tem feito, por exemplo, a indústria da construção civil. Hoje, mesmo nas funções mais modestas, é preciso de conhecimento instrumental atualizado para a realização de tarefas e para a consolidação dos processos de qualidade.

Vamos a um exemplo prático. O operário precisa compreender o texto do manual de instruções para montar um novo equipamento. E necessita escrever com clareza um comunicado para que o colega do próximo turno conclua o serviço iniciado.

Se não souber programar um torno, com código alfanumérico, o trabalhador será incapaz de produzir uma peça ou de reparar uma ferramenta. Se não puder educar-se para operar diligentemente uma guilhotina industrial, poderá destruir a matéria prima ou mutilar-se.

Enfim, qualquer funcionário, por mais simples que seja sua função, precisa saber elaborar e interpretar uma planilha de produção. Mais uma vez, vale repetir: a norma é educar-se ou morrer.

Dias atrás, em minha newsletter, tratei da revolução da qualidade na indústria japonesa. Pois de lá vem um ótimo exemplo dessa educação permanente que mobiliza toda a organização.

Para fazer funcionar os “círculos de qualidade”, aqueles idealizado por Kaoru Ishikawa, era preciso constituir saberes nos operários. Precisavam aprender a analisar processos, checar resultados e oferecer sugestões de aprimoramento.

Deu certo! Esse processo de capacitação alavancou a economia japonesa e gerou benefícios que se estenderam a outras áreas da sociedade.

Em casa, no reparo comum, o cidadão nipônico prefere o parafuso ao prego. Avalia o material e produz o bom acabamento. É o padrão de qualidade incorporado ao comportamento cotidiano.

A lição vem da fábrica. O benefício é coletivo.

 

Carlos Júlio é Professor, Palestrante, Empresário e Escritor. Foi presidente da Tecnisa S.A, e presidiu a HSM do Brasil por 8 anos. É  autor dos best-sellers: Reinventando Você,  A Magia dos Grandes Negociadores, A Arte da Estratégia e Superdicas para Vender e Bem. Graduado em Administração de Empresas com especialização na Harvard Business School, na London Business School e no IMD de Lausanne-Suíça, Júlio é professor na USP, ESPM e FGV.

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